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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

10 Vezes D. Pedro II do Brasil

Tem uma piadinha que diz que D. Pedro II foi o único filho que nasceu mais velho que o pai. Isso porque as imagens que mostram dele é sempre de um velhinho, enquanto que as do fanfarrão D. Pedro I são sempre jovens. Aqui algumas fotos para mostrar que D. Pedro II teve sim infância, adolescência e idade adulta.

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Árvore genealógica Imperial do Brasil

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D. Pedro II, Imperador Hich Tech

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D. Pedro II tirou essa sua foto (auto retrato) em Sao Cristovão.  Nosso Imperador gostava muito de fotografia, e penso que se vivesse hoje em dia seria ligado em tecnologia, não desgrudaria de seu IPAD e das maiores novidades do ramo. Aqui embaixo ele no Egito, em 1870, diante da pirâmide de Quéops e da esfinge:

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Vale a pena ler esse artigo de 2003 sobre o nosso Imperador:

Viagens do imperador

ACERVO DE FOTOS INÉDITAS DE D. PEDRO II "VEM À LUZ "

Ao deixar o Brasil em 1889 após a proclamação da República, o imperador D. Pedro II doou à Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro seu acervo pessoal com cerca de 25 mil fotografias. Mais de cem anos depois, em 1990, a divisão de iconografia da biblioteca iniciou um trabalho de identificação e recuperação das imagens, tendo como apoio nessa empreitada o Instituto Cultural Banco Santos. Parte desse acervo, com 220 fotos e retratos pintados a óleo pertencentes à família real, integram a exposição De volta à luz, na sede do Banco Santos, na capital paulista, onde fica até 31 de outubro, viajando posteriormente por algumas cidades brasileiras, num roteiro ainda em elaboração.

Além de ser o primeiro brasileiro a tirar uma fotografia na primeira metade do século XIX, com o recém-inventado aparelho de daguerreotipia, o imperador D. Pedro II instituiu no Brasil o título de "Photographo da Casa Imperial", concedido a partir de 1851 aos melhores fotógrafos do país, uma iniciativa que precedeu em dois anos a da rainha Victoria, que fez o mesmo na Inglaterra. Sempre acompanhava o imperador em sua comitiva um especialista em temas locais e um fotógrafo para registrarem suas viagens.

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Tais registros nunca antes haviam sido expostos em uma mostra para o público, e estiveram longe do contato com a luz desde o fim da monarquia. "Por isso o nome De volta à luz, que traz em si a idéia de que as fotos não são apenas achados, mas imagens de grande relevância e valor em seu tempo, e nos permite capturar a impressão de um passado que nos moldou", diz Marcello Dantas, responsável pela concepção, desenho e montagem da exposição.

O primeiro dos três módulos da mostra reúne fotografias, documentos e objetos ligados ao círculo familiar do imperador, pertencentes a coleções pessoais de membros da família Orleans e Bragança. No mezanino está o segundo módulo, com dez painéis de vidro que trazem textos informativos e projeções digitais de coleções do imperador, mostrando seu interesse pela ciência e por novos inventos, como o aparelho de daguerreotipia. Em 1840, com apenas 14 anos e prestes a ter sua maioridade antecipada para que pudesse assumir o Império, ele foi o primeiro brasileiro a adquirir o aparelho, que conheceu em uma demonstração pública no centro da Rio, feita pelo abade francês Louis Compte. Essa parte da mostra também conta um pouco da história da fotografia no século XIX e o processo de recuperação das fotografias que inspiraram o nome da mostra.

As estrelas da exposição, batizadas de "enroladinhas", estão no terceiro módulo. Ficaram armazenadas em caixas metálicas de flandres, por mais de um século, nos arquivos da Biblioteca Nacional. Joaquim Marçal, chefe da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional e um dos curadores da exposição, explica que tais imagens são cópias fotográficas em papel albuminado. Na metade do século XIX, desenvolveu-se uma técnica que consistia em depositar uma folha de papel de baixa gramatura em uma bacia com albumina, proteína extraída da clara do ovo, deixando o papel brilhante e liso. O contato do papel albuminado com a solução de nitrato de prata usada na revelação de fotografias tornava a imagem mais rica em contraste. "Com o passar do tempo, a reação entre a emulsão à base de albumina e o papel fotográfico fez com que as fotografias ficassem enroladas - daí o nome "enroladinhas". Porém, como as caixas se mantiveram fechadas, ao abrigo da luz e da umidade, a qualidade das imagens se manteve intacta", conta Marçal.

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Fonte da notícia: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252003000400035&script=sci_arttext

Retrato de Carlota Joaquina

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Artista: Domingos António de Sequeira (1768–1837)

Retrato de D. Carlota Joaquina, Rainha de Portugal

Ano de 1802(1802) a 1806(1806)

Técnica: Óleo sobre tela

Dimensões: 102 × 77 cm (40.16 × 30.31 in)

Localização atual
Museu de Arte de São Paulo
São Paulo, Brazil

Carlota Joaquina

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Segundo a biografia oficial…

22752571.3f12b9De personalidade forte, Carlota era filha do rei Carlos IV da Espanha com D. Maria Teresa de Bourbon e nasceu em 25 de Abril de 1775. Casou-se em 1785,  aos 10 anos, com o príncipe D. João, filho de D. Maria I. Após a morte do irmão mais velho de D. João, este se tornou o herdeiro.

Aliou-se aos frades, aos nobres, aos que se mostravam pouco simpáticos ao novo regime, urdia a conspiração chamada da rua Formosa, destinada a destruir a Constituição. Falhando esse plano, as cortes de 15 de maio de 1822 decidiram deportar a Rainha para o palácio do Ramalhão, por ela se recusar a jurar a Constituição. Opondo-se abertamente à Revolução liberal do Porto, de 24 de Agosto de 1820, foi a figura mais notável do País a recusar-se a jurar a Constituição de 1822, juntamente com o cardeal-patriarca de Lisboa, D. Carlos da Cunha e Menezes.

200px-DomJoao6_CarlotaJoaquina Neste retiro do Ramalhão desejou ainda a queda da Constituição; e com D. Miguel, que ela educara, e com quem vivia intimamente, conseguiu realizar o movimento conhecido por Vilafrancada em 26 de maio. Derrubada a Constituição e dissolvidas as cortes, foi levantado o desterro da rainha, e D. João VI a foi buscar à quinta do Ramalhão, conduzindo-a ao paço da Bemposta.

Mais tarde, a rainha foi exilada para Queluz, vivendo separada do rei (que vivia no Palácio da Bemposta, em Lisboa), onde continuou a exercer intensa atividade política.

Após a Vilafrancada, o rei acabou por suspender a constituição, prometendo não obstante para breve a convocação de novas eleições, a fim de se redigir um novo texto constitucional. Foi então buscar a esposa no retiro e durante alguns meses, reinou a harmonia entre os dois.

e-3551-p_0001_t24-C-R0075A 10 de março de 1826 faleceu D. João VI, tendo previamente nomeado regência presidida por sua filha, a infanta D. Isabel Maria, e composta do cardeal patriarca, Duque de Cadaval, Marquês de Valada, Conde dos Arcos e os seus ministros de Estado.

Instituira uma ordem exclusivamente destinada às senhoras, com a autorização do príncipe regente, seu marido, por decreto de 4 de novembro de 1801, com a designação de Ordem das Damas Nobres de Santa Isabel, cujos estatutos foram confirmados pelo alvará de 25 de abril de 1804.

Durante o governo de D. Miguel, em 1828, auxiliou-o quanto pôde, mas por pouco tempo, na tarefa da governação, pois faleceu em 1830, em Queluz. Jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.

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