sábado, 25 de dezembro de 2010

Entre a feiúra e a beleza


É sabido que o casamento entre reis e princesas em nada tinha a ver com amor. Eram questões de negócios. Sem contar que, ô gente feia essa viu?

Mas não era isso que eu ia falar. Eu ia comentar sobre Jaime II da Inglaterra, que por volta de 1670 era um viúvo que ao procurar uma esposa foi aconselhado por Luix XIV a casar-se com a francesa Madame de Guise, viúva, de origem nobre e horrenda.
 
Claro que Luis XIV só  via o lado prático da coisa. Primeiro que esta beldade ao contrário não iria casar-se com ele. Segundo que o casamento de um nobre inglês com uma francesa iria ajudar em muito os negócios. Além do mais, a falta de beleza de Madame era superada, em muito, por sua fecundidade – ela engravidou três vezes em dois anos.

Nada disso fez Jaime mudar de idéia. O duque de York queria porque queria encontrar alguém que lhe aquecesse o coração. E assim o fez. Casou-se com Maria de Modena, 15 anos, uma linda princesa, alta, esbelta, a quem ele entregou sem reservas, seu coração.


2 comentários:

Júnia disse...

Mulher igual coelha, 3 filhos em 2 anos (kkk)
Gente e que mulherada feia que esse povo arrumava, Deus me livre.
Acho que as beldades estavam no meio da plebe
(kkkkk)
bjo

M. disse...

Oi Carla!!!!

Muito legal esse post. Nesse caso, não foi só beleza, foi uma escolha do coração (coisa rara naquela época). Uma época em que ninguém era bonito, que ninguém casava por amor.

Muito rara a beleza física nessa gente da nobreza, inclusive os quadros (as fotografias da época) eram pintados por pintores que tinham que esconder na maioria das vezes o que era real na imagem daquela pessoa feiosa.

Quero desejar à você e todos os seus um SUPER FELIZ ANO NOVO!

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